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	<title>Comentários sobre: Python ainda é pythônico?</title>
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	<description>Python e Django — Cursos e Desenvolvimento Web</description>
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		<title>Por: Marcius Programador</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-2454</link>
		<dc:creator>Marcius Programador</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 16:52:00 +0000</pubDate>
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		<description>Genial, gostei da forma como você apresentou complexos seres do outro mundo, acho mesmo que o python esteja se encaminhando para um rumo sem volta, será isso mesmo necessário? Já temos o java exercendo esse papel, não precisamos de outro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Genial, gostei da forma como você apresentou complexos seres do outro mundo, acho mesmo que o python esteja se encaminhando para um rumo sem volta, será isso mesmo necessário? Já temos o java exercendo esse papel, não precisamos de outro.</p>
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		<title>Por: what does my name mean</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-2064</link>
		<dc:creator>what does my name mean</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 02:10:19 +0000</pubDate>
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		<description>hi wats your myspace page</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>hi wats your myspace page</p>
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		<title>Por: ford girl</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-1178</link>
		<dc:creator>ford girl</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 22:14:28 +0000</pubDate>
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		<description>Electricity is really just concentrated lightning.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Electricity is really just concentrated lightning.</p>
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		<title>Por: Victor Fontes</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-1141</link>
		<dc:creator>Victor Fontes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 02:29:34 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei bastante do artigo. Para lidar com expressões regulares eu uso o reverb.py. Escrevi sobre ele no meu blog: &lt;a href=&quot;http://victorfontes.com/2010/03/expressoes-regulares-legiveis-com-python/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://victorfontes.com/2010/03/expressoes-regu...&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei bastante do artigo. Para lidar com expressões regulares eu uso o reverb.py. Escrevi sobre ele no meu blog: <a href="http://victorfontes.com/2010/03/expressoes-regulares-legiveis-com-python/" rel="nofollow">http://victorfontes.com/2010/03/expressoes-regu&#8230;</a></p>
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		<title>Por: Luiz Eduardo Borges</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-1048</link>
		<dc:creator>Luiz Eduardo Borges</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 21:48:29 +0000</pubDate>
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		<description>Artigo interessante, concordo com quase tudo, mas acho que o Python ainda cabe na cabeça, quem não cabe são essa libs unpythonicas.

Já tive vontade de fazer a minha própria lib de log colocar no sourceforge. No mínimo seria algo mais fácil de usar :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo interessante, concordo com quase tudo, mas acho que o Python ainda cabe na cabeça, quem não cabe são essa libs unpythonicas.</p>
<p>Já tive vontade de fazer a minha própria lib de log colocar no sourceforge. No mínimo seria algo mais fácil de usar :)</p>
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		<title>Por: Luiz Eduardo Borges</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-2420</link>
		<dc:creator>Luiz Eduardo Borges</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 21:48:00 +0000</pubDate>
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		<description>Artigo interessante, concordo com quase tudo, mas acho que o Python ainda cabe na cabeça, quem não cabe são essa libs unpythonicas.

Já tive vontade de fazer a minha própria lib de log colocar no sourceforge. No mínimo seria algo mais fácil de usar :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo interessante, concordo com quase tudo, mas acho que o Python ainda cabe na cabeça, quem não cabe são essa libs unpythonicas.</p>
<p>Já tive vontade de fazer a minha própria lib de log colocar no sourceforge. No mínimo seria algo mais fácil de usar :)</p>
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	<item>
		<title>Por: Henrique</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-1002</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 06:29:21 +0000</pubDate>
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		<description>logging - Como você mesmo já mencionou, foi inspirado no log4j, que não é exatamente um primor do minimalismo. Muita gente já andou reclamando do pacote logging, e inclusive o próprio autor queria dar uma repaginada, mas ficou tudo por isso mesmo.

ConfigParser - faz um multilhão de coisas porque foi feito copiando-se uma implementação de parser quase que industry standard, usada em muitos command lines em C e nos utilitários GNU. Também não é um primor do minimalismo.

email - MIME e SMTP são complicados, governados por dezenas de RFCs arcaicas. Essas coisas também não foram projetadas para ser uma obra de arte minimalista, e o módulo Python, por ser fidedigno as opções, acaba transparecendo isso. É como reclamar que WSGI é complicado, quando só o que você quer é exibir uma página.

xml.dom e xml.sax - ElementTree poderia ser incluida no stdlib, não fosse um porém - ela falha para XML mal formado, ou para schemas mais esotéricos. Estes módulos são um pouco mais resilientes quanto a isso, apesar de infinitamente mais complicados.

re - RegEx é como uma serra elétrica: ela faz bagunça, é barulhenta, mas as vezes não dá pra usar um simples serrote.O módulo simplesmente transparece isso.

from zope import * - Tudo o que é &quot;Zope&quot; é complicado porque basicamente desenvolvem tudo dentro de um mesmo eco-sistema.  Muitas coisas que foram desenvolvidas (como o Buildout), apesar de úteis, tem alguma fixação estranha em não seguir o padrão de qualquer outra ferramenta parecida. Então você fica com a impressão de que precisa entender a coisa a fundo, ou não entende. ZODB é uma exceção de algo que foi feito para fazer bem uma coisa só, sem precisar de uma API cheia de camadas.


Enfim... muito da linguagem Python e do stdlib realmente &quot;cabe na cabeça&quot;. A enxaqueca começa quando você começa a usar código que toca algo simplesmente mal-cheiroso (email, regex, gente imitando Java), ou que costuma ser Entreprise Ready (TM) e portanto é maior que o mundo (zope.*).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>logging &#8211; Como você mesmo já mencionou, foi inspirado no log4j, que não é exatamente um primor do minimalismo. Muita gente já andou reclamando do pacote logging, e inclusive o próprio autor queria dar uma repaginada, mas ficou tudo por isso mesmo.</p>
<p>ConfigParser &#8211; faz um multilhão de coisas porque foi feito copiando-se uma implementação de parser quase que industry standard, usada em muitos command lines em C e nos utilitários GNU. Também não é um primor do minimalismo.</p>
<p>email &#8211; MIME e SMTP são complicados, governados por dezenas de RFCs arcaicas. Essas coisas também não foram projetadas para ser uma obra de arte minimalista, e o módulo Python, por ser fidedigno as opções, acaba transparecendo isso. É como reclamar que WSGI é complicado, quando só o que você quer é exibir uma página.</p>
<p>xml.dom e xml.sax &#8211; ElementTree poderia ser incluida no stdlib, não fosse um porém &#8211; ela falha para XML mal formado, ou para schemas mais esotéricos. Estes módulos são um pouco mais resilientes quanto a isso, apesar de infinitamente mais complicados.</p>
<p>re &#8211; RegEx é como uma serra elétrica: ela faz bagunça, é barulhenta, mas as vezes não dá pra usar um simples serrote.O módulo simplesmente transparece isso.</p>
<p>from zope import * &#8211; Tudo o que é &#8220;Zope&#8221; é complicado porque basicamente desenvolvem tudo dentro de um mesmo eco-sistema.  Muitas coisas que foram desenvolvidas (como o Buildout), apesar de úteis, tem alguma fixação estranha em não seguir o padrão de qualquer outra ferramenta parecida. Então você fica com a impressão de que precisa entender a coisa a fundo, ou não entende. ZODB é uma exceção de algo que foi feito para fazer bem uma coisa só, sem precisar de uma API cheia de camadas.</p>
<p>Enfim&#8230; muito da linguagem Python e do stdlib realmente &#8220;cabe na cabeça&#8221;. A enxaqueca começa quando você começa a usar código que toca algo simplesmente mal-cheiroso (email, regex, gente imitando Java), ou que costuma ser Entreprise Ready (TM) e portanto é maior que o mundo (zope.*).</p>
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		<title>Por: Henrique</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-2419</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 06:29:00 +0000</pubDate>
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		<description>logging - Como você mesmo já mencionou, foi inspirado no log4j, que não é exatamente um primor do minimalismo. Muita gente já andou reclamando do pacote logging, e inclusive o próprio autor queria dar uma repaginada, mas ficou tudo por isso mesmo.

ConfigParser - faz um multilhão de coisas porque foi feito copiando-se uma implementação de parser quase que industry standard, usada em muitos command lines em C e nos utilitários GNU. Também não é um primor do minimalismo.

email - MIME e SMTP são complicados, governados por dezenas de RFCs arcaicas. Essas coisas também não foram projetadas para ser uma obra de arte minimalista, e o módulo Python, por ser fidedigno as opções, acaba transparecendo isso. É como reclamar que WSGI é complicado, quando só o que você quer é exibir uma página.

xml.dom e xml.sax - ElementTree poderia ser incluida no stdlib, não fosse um porém - ela falha para XML mal formado, ou para schemas mais esotéricos. Estes módulos são um pouco mais resilientes quanto a isso, apesar de infinitamente mais complicados.

re - RegEx é como uma serra elétrica: ela faz bagunça, é barulhenta, mas as vezes não dá pra usar um simples serrote.O módulo simplesmente transparece isso.

from zope import * - Tudo o que é &quot;Zope&quot; é complicado porque basicamente desenvolvem tudo dentro de um mesmo eco-sistema.  Muitas coisas que foram desenvolvidas (como o Buildout), apesar de úteis, tem alguma fixação estranha em não seguir o padrão de qualquer outra ferramenta parecida. Então você fica com a impressão de que precisa entender a coisa a fundo, ou não entende. ZODB é uma exceção de algo que foi feito para fazer bem uma coisa só, sem precisar de uma API cheia de camadas.


Enfim... muito da linguagem Python e do stdlib realmente &quot;cabe na cabeça&quot;. A enxaqueca começa quando você começa a usar código que toca algo simplesmente mal-cheiroso (email, regex, gente imitando Java), ou que costuma ser Entreprise Ready (TM) e portanto é maior que o mundo (zope.*).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>logging &#8211; Como você mesmo já mencionou, foi inspirado no log4j, que não é exatamente um primor do minimalismo. Muita gente já andou reclamando do pacote logging, e inclusive o próprio autor queria dar uma repaginada, mas ficou tudo por isso mesmo.</p>
<p>ConfigParser &#8211; faz um multilhão de coisas porque foi feito copiando-se uma implementação de parser quase que industry standard, usada em muitos command lines em C e nos utilitários GNU. Também não é um primor do minimalismo.</p>
<p>email &#8211; MIME e SMTP são complicados, governados por dezenas de RFCs arcaicas. Essas coisas também não foram projetadas para ser uma obra de arte minimalista, e o módulo Python, por ser fidedigno as opções, acaba transparecendo isso. É como reclamar que WSGI é complicado, quando só o que você quer é exibir uma página.</p>
<p>xml.dom e xml.sax &#8211; ElementTree poderia ser incluida no stdlib, não fosse um porém &#8211; ela falha para XML mal formado, ou para schemas mais esotéricos. Estes módulos são um pouco mais resilientes quanto a isso, apesar de infinitamente mais complicados.</p>
<p>re &#8211; RegEx é como uma serra elétrica: ela faz bagunça, é barulhenta, mas as vezes não dá pra usar um simples serrote.O módulo simplesmente transparece isso.</p>
<p>from zope import * &#8211; Tudo o que é &#8220;Zope&#8221; é complicado porque basicamente desenvolvem tudo dentro de um mesmo eco-sistema.  Muitas coisas que foram desenvolvidas (como o Buildout), apesar de úteis, tem alguma fixação estranha em não seguir o padrão de qualquer outra ferramenta parecida. Então você fica com a impressão de que precisa entender a coisa a fundo, ou não entende. ZODB é uma exceção de algo que foi feito para fazer bem uma coisa só, sem precisar de uma API cheia de camadas.</p>
<p>Enfim&#8230; muito da linguagem Python e do stdlib realmente &#8220;cabe na cabeça&#8221;. A enxaqueca começa quando você começa a usar código que toca algo simplesmente mal-cheiroso (email, regex, gente imitando Java), ou que costuma ser Entreprise Ready (TM) e portanto é maior que o mundo (zope.*).</p>
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	<item>
		<title>Por: Osvaldo Santana</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-980</link>
		<dc:creator>Osvaldo Santana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 20:29:18 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Francisco,

É fato que a documentação do Python é boa e está lá pra ser consultada mesmo. Consultar a documentação 1 vez é ok. 2x é aceitável. Mas ter que recorrer à ela *sempre* denuncia que tem algo errado com o que está sendo documentado, concorda?

Lembre-se que para que um desenvolvedor passe para o estágio de &#039;foco&#039; no desenvolvimento é necessário uma quantidade de tempo razoável. Quando você tenta fazer algo com uma biblioteca e não lembra como se faz uma &quot;exceção&quot; é gerada no seu cérebro, você sai do estado de &quot;flow&quot;, comuta de tarefa para ler a documentação e só então volta ao trabalho... Acho isso é contra-producente.

Uma das idéias do &#039;pythônico&#039; é a de deixar as coisas simples de serem usadas para que o nosso cérebro consiga reter todas essas informações enquanto estamos trabalhando. Por isso o título do post. Algumas bibliotecas padrões do Python não seguem esse raciocínio e algumas bibliotecas de terceiro, que são usadas extensivamente, também não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Francisco,</p>
<p>É fato que a documentação do Python é boa e está lá pra ser consultada mesmo. Consultar a documentação 1 vez é ok. 2x é aceitável. Mas ter que recorrer à ela *sempre* denuncia que tem algo errado com o que está sendo documentado, concorda?</p>
<p>Lembre-se que para que um desenvolvedor passe para o estágio de &#8216;foco&#8217; no desenvolvimento é necessário uma quantidade de tempo razoável. Quando você tenta fazer algo com uma biblioteca e não lembra como se faz uma &#8220;exceção&#8221; é gerada no seu cérebro, você sai do estado de &#8220;flow&#8221;, comuta de tarefa para ler a documentação e só então volta ao trabalho&#8230; Acho isso é contra-producente.</p>
<p>Uma das idéias do &#8216;pythônico&#8217; é a de deixar as coisas simples de serem usadas para que o nosso cérebro consiga reter todas essas informações enquanto estamos trabalhando. Por isso o título do post. Algumas bibliotecas padrões do Python não seguem esse raciocínio e algumas bibliotecas de terceiro, que são usadas extensivamente, também não.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Osvaldo Santana</title>
		<link>http://blog.triveos.com.br/2010/04/10/python-ainda-e-pythonico/comment-page-1/#comment-2418</link>
		<dc:creator>Osvaldo Santana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 20:29:00 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Francisco,

É fato que a documentação do Python é boa e está lá pra ser consultada mesmo. Consultar a documentação 1 vez é ok. 2x é aceitável. Mas ter que recorrer à ela *sempre* denuncia que tem algo errado com o que está sendo documentado, concorda?

Lembre-se que para que um desenvolvedor passe para o estágio de &#039;foco&#039; no desenvolvimento é necessário uma quantidade de tempo razoável. Quando você tenta fazer algo com uma biblioteca e não lembra como se faz uma &quot;exceção&quot; é gerada no seu cérebro, você sai do estado de &quot;flow&quot;, comuta de tarefa para ler a documentação e só então volta ao trabalho... Acho isso é contra-producente.

Uma das idéias do &#039;pythônico&#039; é a de deixar as coisas simples de serem usadas para que o nosso cérebro consiga reter todas essas informações enquanto estamos trabalhando. Por isso o título do post. Algumas bibliotecas padrões do Python não seguem esse raciocínio e algumas bibliotecas de terceiro, que são usadas extensivamente, também não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Francisco,</p>
<p>É fato que a documentação do Python é boa e está lá pra ser consultada mesmo. Consultar a documentação 1 vez é ok. 2x é aceitável. Mas ter que recorrer à ela *sempre* denuncia que tem algo errado com o que está sendo documentado, concorda?</p>
<p>Lembre-se que para que um desenvolvedor passe para o estágio de &#8216;foco&#8217; no desenvolvimento é necessário uma quantidade de tempo razoável. Quando você tenta fazer algo com uma biblioteca e não lembra como se faz uma &#8220;exceção&#8221; é gerada no seu cérebro, você sai do estado de &#8220;flow&#8221;, comuta de tarefa para ler a documentação e só então volta ao trabalho&#8230; Acho isso é contra-producente.</p>
<p>Uma das idéias do &#8216;pythônico&#8217; é a de deixar as coisas simples de serem usadas para que o nosso cérebro consiga reter todas essas informações enquanto estamos trabalhando. Por isso o título do post. Algumas bibliotecas padrões do Python não seguem esse raciocínio e algumas bibliotecas de terceiro, que são usadas extensivamente, também não.</p>
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